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Jack by Jack
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Aventuras e desventuras de uma recém aposentada, enquanto trabalhadora de uma ilustre instituição financeira, por quase 27 anos de sua vida !!!
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Humour
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Mail
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Gifts
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Paixão é brasa
Que nunca aposenta
Vem e esquenta
Em qualquer tempo
És bela como luar
No firmamento
by Daniel Heldt, José
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Many thanks
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Segunda-feira, Junho 01, 2009
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(Causo inédito)
O malote de lona
Não sei se alguém de vocês que ainda vem aqui sabe como se acondiciona o dinheiro que fica em poder da tesouraria ao final do expediente, vindo dos caixas. Quando fiz meu curso já eram os malotes de lona. Mas bem antigamente um pouco de dinheiro, troco e moedas ficavam de um dia para o outro em caixas de metal (yeah! \m/). Cada caixa tinha seu malote. E existia um limite de grana que podia ficar dentro desses malotes.
Depois de muito tempo, há uns 20 anos atrás o tal baú foi trocado por malotes de lona (semelhantes ao da ilustração). Como em tudo nessa vida, teve gente que gostou, outras não e outras ficaram indiferentes. Normal! Acho que na vida é tudo um pouco assim. Mas a troca causou alguns embaraços, principalmente aos mais ‘distraídos’...
Reza a lenda que uma colega pra lá de desligada, ao final do expediente, ainda não acostumada com o novo malote, botou ele no ombro, como se fosse uma bolsa e foi pra Praça Mauá pegar o ônibus 4. Ninguém percebeu, inclusive a segurança da agência, pra sorte dela! Ela mesma só notou quando foi passar na roleta e pegar o dinheiro na bolsa... Teve que saltar e voltar pro banco. Do jeito que a gente trabalhava direitinho e do jeito que as normas do banco eram rígidas, imagine se alguém tivesse notado: demissão por justa causa! Roubo? Ou seria furto?
          
Estão acompanhando meu outro blog? Dêem uma clicadinha aqui e vejam minhas novas aventuras... Aguardo todos vocês lá!
Posted by Jack,
6/1/2009
A fila única é aqui:
:.:.:.:.: Já que veio...
Segunda-feira, Março 23, 2009
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(Causo inédito)
Quando o profissional interfere no pessoal...
Diálogo ocorrido num certo dia em nossa agência bancária entre duas colegas hoje aposentadas, após um exaustivo dia de trabalho:
- Sabe aonde vou hoje?
- Não! Onde?
- No show da Adriana Calcanhoto...
- Quem?
- Adriana Calcanhoto!
- É cliente???
Sem comentários da minha parte. Comentem vocês, por favor...
Posted by Jack,
3/23/2009
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Segunda-feira, Janeiro 12, 2009
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(Acho que este causo é inédito...)
Delegado
Parece incrível a quantidade de causos bizarros tenho pra contar. Presenciei quase todos! No máximo me contaram, mas todos ocorridos... Às vezes me narravam a estória, mas normalmente eu ia conferir, como esta:
Aquela senhora, um pouco estranha é verdade, loira, alta, cabelos puxados pra trás em rabo de cavalo, sempre de calça jeans, aparentava ser uma distinta velhinha. Até que um dia, pedindo ajuda no auto-atendimento, entregou seu cartão eletrônico para o funcionário que a atendeu. Como ela reclamava muito, o colega olhou seu nome no cartão e a ela se dirigiu:
- Senhora... herrrrr... hummmm... ram ram... Senhor Saulo (???) o senhor (??) está muito contrariado (?) com o banco, eu acho que o senhor precisa conversar com o seu gerente de contas, pra ver se algo mais ele pode fazer pelo senhor (?) ... Isso até pode lhe fazer mal...
Vocês conseguem imaginar a cara do pobre? O engraçado é como a vergonha e o embaraço que deveria ser da pessoa, passa imediatamente pra gente? Por que será que ficamos tão constrangidos em ver uma situação como esta? E ainda ter que passar a impressão de total e completa normalidade.
Aí, lógico, quem sabia os detalhes totais do caso, eram os vigilantes, como sempre: aquele “cara”, pai de três filhos, agora aposentado, tinha sido, pasmem, DELEGADO DE POLÍCIA enquanto na ativa. Nada contra ou a favor, muito pelo contrário, se encontrou o verdadeiro eu em seu másculo corpo, isso lá é problema dele... ou dela?
Posted by Jack,
1/12/2009
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Sexta-feira, Novembro 07, 2008
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(Causo inédito, personagem repetido...)
Deglutido com Super Bonder
Reza a lenda que vingança é um prato que se come frio. Se tiver então que deglutir com cola? Melhor ou pior? Esses colegas da agência Cubatão (SP) viraram meus mais queridos super heróis. Pois fizeram com o ‘crápula-gerente-que-todos-odeiam’ o que quase todo o funcionalismo quis fazer um dia. Sim, o merda (piiiiiii!) só se aposenta em janeiro próximo, dizem as boas ou as más línguas (sei lá!).
Explico: a turma estava tão cheia do CGQTO, que puseram Super Bonder nas fechaduras de seu carro. Ainda por cima, importado. O carro, não a cola... Contaram-me também que quando ele saiu, todos ficaram na espreita pra ver sua reação. Ele não esboçou a mínima! Fez de conta que não era com ele. Totalmente impassível. Voltou pra dentro do banco, pediu um desses socorros de chaveiro e fez cara de paisagem. Como se nada tivesse acontecido. Provavelmente pra não dar o braço a torcer. O pessoal que o espreitava quase teve uma síncope de tanto rir. Teve gente que achou que precisaria de ajuda, não de um chaveiro, mas do Pronto Socorro Central!
Estavam vingados. Eu também quase assim me senti. Por um momento queria ter estado lá pra ver tudo de camarote, ou talvez participado do diabólico plano. Por tudo que esse camarada fez (e pelo jeito ainda faz) com tanta gente, talvez ele merecesse até mais do que isso. Mas isso (acho), ainda que a justiça divina o fará.
Posted by Jack,
11/7/2008
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Segunda-feira, Setembro 08, 2008
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(Causo inédito)
O verdadeiro negócio da China!
Dos poucos amigos que ainda vêm aqui, sabem que este blog não é um blog de ficção. Às vezes até algum menos avisado pode imaginar que conto mentiras ou invento coisas. Mas (juro!) posso aumentar, inventar, jamais!
Esse causo me foi contado por um colega também aposentado. Ele trabalhou em Cubatão (SP) e se lembra perfeitamente do que aconteceu com Bochecha. Tinha uma filha somente, mas sua mulher por alguma razão médica qualquer, vivia tendo abortos. Espontâneos. O que a debilitava e colocava também em risco sua frágil saúde.
Recomendou nosso amigo que fizesse então uma vasectomia. Para acabar de vez com seus problemas. Bochecha, como todo bom macho, relutou um pouco. Já viu homem que não é medroso para tais assuntos? Mas para o bem da esposa, resolveu aceitar os conselhos, se encheu de coragem e foi...
Entrou em cirurgia numa sexta-feira, assim descansaria sábado e domingo. Segunda-feira já estaria novinho em folha para o batente. Mas para surpresa dos colegas, ele não apareceu na segunda. Nosso amigo, preocupado, passou em sua casa após o expediente. Encontrou Bochecha desanimado, deitado e abatido. O que não seria normal, pois a recuperação é bastante rápida, dizem.
- “Fui atrás dos seus conselhos... Olha o que me aconteceu!” – disse Bochecha.
Bochecha mostrou (como direi?) seu saco tão inchado, mas tão inchado, que nosso amigo disse mais parecer uma manga. Algo mais na sua anatomia tinha agora motivo para o apelido que já possuía: bo-che-chu-do!
Posted by Jack,
9/8/2008
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