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Segunda-feira, Junho 01, 2009


(Causo inédito)

O malote de lona




Não sei se alguém de vocês que ainda vem aqui sabe como se acondiciona o dinheiro que fica em poder da tesouraria ao final do expediente, vindo dos caixas. Quando fiz meu curso já eram os malotes de lona. Mas bem antigamente um pouco de dinheiro, troco e moedas ficavam de um dia para o outro em caixas de metal (yeah! \m/). Cada caixa tinha seu malote. E existia um limite de grana que podia ficar dentro desses malotes.

Depois de muito tempo, há uns 20 anos atrás o tal baú foi trocado por malotes de lona (semelhantes ao da ilustração). Como em tudo nessa vida, teve gente que gostou, outras não e outras ficaram indiferentes. Normal! Acho que na vida é tudo um pouco assim. Mas a troca causou alguns embaraços, principalmente aos mais ‘distraídos’...

Reza a lenda que uma colega pra lá de desligada, ao final do expediente, ainda não acostumada com o novo malote, botou ele no ombro, como se fosse uma bolsa e foi pra Praça Mauá pegar o ônibus 4. Ninguém percebeu, inclusive a segurança da agência, pra sorte dela! Ela mesma só notou quando foi passar na roleta e pegar o dinheiro na bolsa... Teve que saltar e voltar pro banco. Do jeito que a gente trabalhava direitinho e do jeito que as normas do banco eram rígidas, imagine se alguém tivesse notado: demissão por justa causa! Roubo? Ou seria furto?



          

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