(Causo inédito, por pura ironia do destino!)
Uma vez mala, mala até morrer!
Dizem que vaso ruim não quebra. Na minha modesta opinião: não quebra nunca mesmo! Renova-se? Talvez, mas com requintes de crueldade. Quando digo isto, estou me referindo as pessoas que são boas, sempre as serão, mas as ruins também... E os malas (ah, os malas!), serão sempre malas em todo e qualquer lugar... Mesmo sendo quadrados ou redondos, grandes ou pequenos, ricos ou pobres, feios ou bonitos...
Tive esta comprovação alguns dias atrás quando comentando de um certo cliente (que era assim apelidado pelos caixas no banco), com meu professor de musculação. Que não tem nada a ver com minha profissão e nem idade para ter sido meu colega. Mas também conhece o nosso ‘mala’. Tem contato com ele num chic e famoso clube aqui da cidade, onde ele é administrador do departamento de esportes.
Não custou muito para ele ligar o nome à pessoa! O cara é tão mala que, toma banho no clube (pra não gastar água e luz em sua própria casa), enche garrafinhas de água (pra não gastar com água mineral) e por último, mas não menos importante, rasga a página das palavras cruzadas do jornal local (provavelmente pra não gastar no jornaleiro).