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Aventuras e desventuras de uma recém aposentada, enquanto trabalhadora de uma ilustre instituição financeira, por quase 27 anos de sua vida !!!


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Quinta-feira, Julho 26, 2007


(Causo inédito)

Sociedade matrimonial – até que a morte nos separe...




Esta estória era bastante conhecida no meio do funcionalismo do banco. Como pelo jeito tenho poucos bancários aqui no meu agora pequeno rol de leitores, lá vai o causo...

Naquele tempo quase jurássico (anterior a minha pessoa... eu trabalhei no agora também arcaico telex, lembram?) o banco ainda usava o telegrama para se comunicar entre as agências. Morreu o cônjuge, sócio de sua esposa numa empresa familiar. O banco costumava comunicar as ‘congêneres’ sobre o ocorrido. Esses telegramas costumavam ser bastante concisos, entretanto esclarecedores. Contendo somente os dados necessários para a identificação e atualização do cadastro. Bem burocrático, mas com vital importância para os colegas do setor.

Segue na íntegra a mensagem recebida:

“Senhor Fulano de Tal da firma Tal faleceu. Mas a viúva continua com o negócio aberto.”