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Segunda-feira, Junho 25, 2007


(Causo inédito)

Vigilância (e não é a sanitária...)




Esse causo me foi contado por uma amiga querida. Na verdade nos conhecemos desde os idos tempos infantis. Nossas mães trabalharam juntas na Caixa Estadual. Hoje o banco onde trabalhamos pensa em comprar a Caixa... Temos até foto juntas, com um sorriso 'banguelo'! Aquele mesmo: vulgo 1001...

À época da implantação da porta giratória na agência dela houve esse hilário incidente. Como na quase totalidade das agências, sempre víamos e presenciávamos fatos inusitados para não dizer: ridículos. Lá estava uma pessoa a bater e gritar na maldita porta. Minha amiga pensou ser algum cliente ou usuário que estava sendo 'pego' com algum montante de metal na bolsa ou bolso.

Quando a coisa começou a ficar meio 'coloquial' perceberam se tratar de alguém, assim digamos, meio 'íntima' do vigilante que assessorava a entrada do banco. Quando o xingamento chegou em 'ordinário', 'cachorro' e 'filho-da-puta', os colegas concluíram se tratar da própria esposa do dito colega terceirizado da firma de vigilância...

Na verdade sempre foi meio normal as pessoas portadoras de metal, chaves ou moedas terem um pequeno 'xilique' à entrada do banco. A gente nem estranhava mais...