|
Jack by Jack
|
Aventuras e desventuras de uma recém aposentada, enquanto trabalhadora de uma ilustre instituição financeira, por quase 27 anos de sua vida !!!
|
|
Mail
|
|
|
Gifts
|
Paixão é brasa
Que nunca aposenta
Vem e esquenta
Em qualquer tempo
És bela como luar
No firmamento
by Daniel Heldt, José
|
|
Many thanks
|
|
|
Quinta-feira, Abril 20, 2006
|
(Qualidade ou obrigação?)
Honestidade
Como ser honesto neste país de meu Deus, onde todos querem levar alguma vantagem? Todo mundo quer ser um 'gerson' na vida... Mas políticos de Brasília: tremei! Enquanto houver gente quais algumas pessoas que conheci no meu tempo de banco, acho que o mundo ainda tem salvação...
Um colega havia fechado o dia anterior com mil sei-lá-eu-qual-a-moeda de diferença. Tinha dois dias úteis pra repor o dinheiro. No dia seguinte, lá veio nossa heroína dona Zefa, a faxineira, dizer que havia encontrado um cintado (cem notas amarrados por uma cinta) no fundo da lata de lixo de Momô (um apelido, é claro!).
Certamente ela não havia visto nossa preocupação do dia anterior, pois ela saía cedo. Ela fazia a limpeza no dia seguinte pela manhã. E talvez sequer tenha imaginado que um dia encontraria um 'tesouro' ao varrer a bateria e retirar os lixos dos enormes latões...
Pode parecer, mas aquilo não era exatamente uma casa de loucos...
Posted by Jack,
4/20/2006
A fila única é aqui:
:.:.:.:.: Já que veio...
Segunda-feira, Abril 10, 2006
|
(Ainda bem que blog não tem cheiro...)
Causo olfativo: A fedida...
Se existe uma coisa muito difícil de se conviver são cheiros. Eu sou até meio chata com perfumes fortes. Imagine cheiro de falta de banho, suor e afins. Dona Mari era tão fedida que a gente achava que ela era peixeira. Era cliente do posto do Sesc, e até trabalharmos lá, não sabíamos que ela fazia salgadinhos pra fora.
Deus me livre e guarde! Pelo cheirinho dela nunca seria capaz nem de imaginar comer algo que tivesse sequer passado por suas mãos. Era horrível! No banco, com ela, a gente batia records e mais records de atendimento-rápido-sem-sequer-respirar...
Na época, o auto-atendimento se resumia a uma máquina somente. Certa vez ela pegou meu chefe pra fazer uma pergunta. Num metro quadrado de espaço fechado. Tentamos salvá-lo. Abrimos a porta do cubículo. Acho que o salvamos de um quase-ataque terrorista. Ele estava mais que agradecido. Comovido! Resgate heróico!
Posted by Jack,
4/10/2006
A fila única é aqui:
:.:.:.:.: Já que veio...
Segunda-feira, Abril 03, 2006
|
(Causo heavy metal)
Helloween na veia! (ou seria na véia?)
Quando marido foi nos levar no Clube Vasco da Gama, aqui em Santos, pra vermos o show do Helloween, logo percebi que era 'sem chance' ficarmos naquela fila: gi-gan-tes-ca! Criss e eu resolvemos então aguardar que a dita acabasse para entrarmos. Sem stress e empurra-empurra. Qualquer lugar estaria de bom tamanho. Ela já havia ido ao show em São Paulo na semana anterior. Estava aqui na verdade pra revê-lo.
Que ódio senti, quando vi um povo se aglomerando numa entrada minúscula e única e começar a ouvir o início do show da banda de abertura do lado de fora. 'Isso é o que dá morar numa província' - pensei. Mas uma lâmpada se acendeu (plim!) e me lembrei de tentar entrar na base da pressão também. Criss me pegou pela mão e perguntou pro segurança onde era a entrada para aposentados. Como não tinha, ele prontamente colocou a gente para sermos revistadas e identificadas (pagamos meia, eles conferem documento). Como não pensei nisso antes?
Show maravilhoso! Apesar do local lá não ser o que chamo de ideal. Som bastante alto também. Mas isso é um bom sinal: pelo jeito não terei problemas de surdez precoce...
Após o show, táxi-marido (tadinho!) foi nos buscar e nos deixou no hotel onde a banda estava hospedada. Tietagem e fotos. Tomamos um pequeno chá de cadeira, mas eles foram chegando pouco a pouco. Vale uma nota: pra quem gosta, Andi Deris é tudo de bom: lindo, simpático, carismático, que mais?
Jack and Sascha Gerstner
Jack & Andi Deris
Posted by Jack,
4/3/2006
A fila única é aqui:
:.:.:.:.: Já que veio...
|
|
|
|