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Jack by Jack
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Aventuras e desventuras de uma recém aposentada, enquanto trabalhadora de uma ilustre instituição financeira, por quase 27 anos de sua vida !!!
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Paixão é brasa
Que nunca aposenta
Vem e esquenta
Em qualquer tempo
És bela como luar
No firmamento
by Daniel Heldt, José
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Who came
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Since may, 16, 2004
online Dating
Since march, 31st 2005
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Terça-feira, Agosto 30, 2005
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(De volta ao prosaísmo...)
Meu corpo dói! Mas meu coração está feliz...
Após dois anos fui a um show do Stratovarius novamente. Ano passado fui ao show da banda solo do Kotipelto. Este ano mudou o baixista. O nome dele, creiam, é Lauri Porra...
Os outros quatro rapazes continuam os mesmos: Timo Kotipelto (vocal), Timo Tolkki (guitarrista), Jens Johansson (teclado) e Jörg Michael (bateria). Como podem ser tão perfeitos? Tá bom, eu sei, gosto não se discute... Também sei que são nomes quase impronunciáveis...
Ansiosa estava desde que soube que tentariam me colocar no backstage. Tentava me conter, mas meus olhos me denunciavam: estava em pânico. Fazendo breve uma longa estória: falei com eles, cumprimentei a todos (menos o Porra), tirei fotos, tietei muito... Ah, e um segredo de estado: após minha tão sonhada foto com Kotipelto: tasquei um beijo nele!
Também conheci alguns amigos virtuais: Li, Nil, Strago, Criss, Uli, Kamen, Dre. Adorei conhecer vocês. Espero não ter assustado a todos com meu exacerbado entusiasmo...
Li e Nil
Timo Kotipelto
Timo Tolkki and Jack
Lauri Porra, Eric and Jens
Jörg, Jens and Criss
Então, muito a contra gosto, nesta semana vou voltando à dura realidade de uma não rock star...
Posted by Jack,
8/30/2005
A fila única é aqui:
:.:.:.:.: Já que veio...
Sexta-feira, Agosto 26, 2005
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(Jack vai às compras)
Mal entendido...
Estava precisando de um sapato. Nada melhor que a anti-véspera de um show de rock (U-HUUU!!!) para checar vitrines. Queria um sapatinho pretinho, molinho, baixinho e com todos os outros inhos possíveis. Que me dessem garantia de que não me apertariam os pés. Pois teoricamente ficarei algumas horas em cima deles.
Entrei. Logo lembrei que esse tipo de sapatinho, que nunca mais comprei, achava nessa loja. Mas isso já faz algum tempo. Quando perguntei pela sapatilha, disse-me a vendedora que a fábrica havia fechado. Tudo bem. Você tem algo baixinho, confortável, molinho? Tipo pelica? Ela perguntou meu número e foi buscar.
- Ficou muito bem no seu pé. Esse tipo de sapatinho pra senhorinhas...
- Quem disse que sou senhorinha? Eu vou a um show de rock!!!
Notei que elas se entreolharam. Acabei comprando também a bolsa. Preta. Para combinar com o estilo...
Posted by Jack,
8/26/2005
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:.:.:.:.: Já que veio...
Segunda-feira, Agosto 22, 2005
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(Causo ridículo)
O tombo
Isso foi uma das coisas mais ridículas que me aconteceu na vida. Pessoal ou profissional. Estava eu saindo pro serviço. Bem ao lado da minha casa tem uma Caixa Federal e a seguir, uma casa que é o cursinho Objetivo. Minha passagem obrigatória de todas as manhãs. Estava eu toda contente aquele dia. Pois cumpria uma exigência do meu ortopedista no que diz respeito ao saltinho 'anabela' que supostamente deveria usar.
Passei pela CEF. Na calçada do Objetivo, tinha (ainda tem - foi isso que me fez lembrar da estória) um rebaixamento na calçada. Que, aliás, nunca havia percebido. Claro! Sempre fui de usar sapatos e sandálias baixinhas. Mas naquele dia, lógico, toda feliz com meu saltinho. Na rampa da Caixa uma senhora passando a vassoura e um rapaz pintando a grade. Ao pisar no tal rebaixamento simplesmente me estabaquei no chão. Para não falar uma coisa mais feia, que é o que me vem primeiro à cabeça.
O salto 'anabela' não deixou meu pé fazer essa espécie de gangorra que nossos pés acabem fazendo quando a gente passa em alguma ondulação. Parecia uma jaca. Velha, madura e pesada... Deve ter sido tudo muito rápido. Mas ainda me lembro de ter passado um ônibus na avenida. Os passageiros do coletivo com certeza me viram no chão. Faxineira e pintor nem se mexeram. Eu levantei rapidinho, frente à vergonha que havia passado. Rindo já. Dei meia volta. Voltei pra casa. Meu joelho direito doía muito. Minha secretária-do-lar disse que nunca havia me visto tão pálida. Tive que ir ao ortopedista...
Posted by Jack,
8/22/2005
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Quarta-feira, Agosto 17, 2005
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(Hora feliz! Não era o tal São Luiz, nem a b**** do juiz...)
Manteiga Aviação
Naquela época, trabalhávamos meio período. Num período mais justo e condizente com a palavra 'meio'. (Hoje em dia parece que o povo trabalha por meio salário...) Das sete às treze ou das treze às dezenove horas. Tínhamos até hora de lanche. Sagrada, regulamentada e respeitada. E tínhamos uma ''vaca' mecânica.
Explico. Algum tempo antes de eu ser admitida no banco, os colegas podiam subir até a cantina do último andar da agência Centro. Só que acabavam ficando mais dos que os quinze minutos permitidos e regulamentados. Resolveu então a gerência geral comprar um carrinho metálico de lanche. Que logo foi apelidada de vaca mecânica. A gente pegava o leite, café ou chá. Vinha também um pãozinho. Com uma quase transparente 'passada' de manteiga.
O chefe na época dizia que aquilo era manteiga Aviação. Alguém se lembra dela? Era uma manteiga muito famosa. Pois é, agora a gente só consome margarina não é? E tem que ser livre de gordura TRANS e tal. Mas no nosso caso era a Aviação. Pois passavam a dita cuja bem rapidinho. A gente praticamente nem via. Passava voando...
 Hoje, quarta-feira, a tia Jurassic Jack escreve também lá no Playground dos Dinossauros. Você tem boas lembranças de sua infância? Eu tenho! Tantas que esta semana é a parte II... É só uma clicadinha... Vai lá dar uma espiadinha, vai...
Posted by Jack,
8/17/2005
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Quarta-feira, Agosto 10, 2005
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(Causo capilar)
Doutor Careca
Esse causo aconteceu com uma querida amiga, também aposentada. Foi fazer uma consulta médica. Quando o doutor soube ser ela do banco, perguntou se conhecia o Cutelinho, colega também aposentado. Sim, conhecia. Antes até. Diziam que aquela amizade é pré-banco.
Foi quando ela (cabe aqui um parêntesis: ela é extremamente distraída) notou que o dito doutor usava peruca. Aquelas que não conseguem enganar nem o próprio "propriotário" da mesma. Chamou tanto sua atenção, que ela não conseguia tirar os seus olhinhos dos fios capilares kanecalônicos quase extra-corpóreos da vítima. Quase um gambá à moda Daniel Boone.
Quando ele lhe perguntou há quanto tempo conhecia seu primo. Ela olhou bem praquele gambá que ele tinha no alto da cabeça, e quase sai uma resposta tipo:
- Desde o tempo que ele tinha cabelo!!!! Desde antes do banco!
Ainda bem que ela teve tempo de puxar o freio de mão...
 Hoje, quarta-feira, a tia Jurassic Jack escreve também lá no Playground dos Dinossauros. Você tem boas lembranças de sua infância? Eu tenho. Muitas. É só uma clicadinha... Vai lá dar uma lidinha, vai...
Posted by Jack,
8/10/2005
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Sexta-feira, Agosto 05, 2005
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(Causo infantil sem pedofilia)
Minha chefe
Estava acamada, com febre. Criança ainda. Acho que era uma daquelas doenças infantis típicas. Friozinho. Estava coberta. Quando uma vizinha chegou para lhe fazer uma visitinha. Sabe como são vizinhas... Aproveitou e fez uma fofoquinha básica. Essas coisas que a maioria dos vizinhos acaba fazendo. Principalmente quando algum outro vizinho dá motivos. Aí então, é sopa no mel...
Vizinha: - Sabe a mulher do 41?
Mãe da minha chefe: - Sei sim... O que tem ela?
Vizinha: - Pois é, aquela prostiputa!
Não foi preciso palavra! Ela subiu as cobertas até o nariz. Para não rir na cara da vizinha. Deixou somente os olhinhos de fora.
Quando sua mãe veio lhe chamar a atenção:
- Filha! Que coisa feia...
- Mas mamãe, eu não disse nada...
- Nem precisava! Seus olhos sorriram, caçoaram da moça!
Olhinhos traiçoeiros...
Posted by Jack,
8/5/2005
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