Leda/Female/46-50. Lives in Brazil/Santos (SP)/Boqueirão, speaks Portuguese and English.
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Aventuras e desventuras de uma recém aposentada, enquanto trabalhadora de uma ilustre instituição financeira, por quase 27 anos de sua vida !!!












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Segunda-feira, Maio 31, 2004

Ergométrico




Finalmente neste sábado pude fazer meu teste ergométrico que estava aguardando desde janeiro. Não pude fazê-lo antes, pois minha pressão inercial (se é que posso assim chamá-la) estava muito alta. Antes mesmo de começar a pedalar, já estava fora do parâmetro. Mandaram-me para casa e procurar meu cardiologista. Como ele não tinha pressa, avaliou minha medicação e recomendou caminhar. Assim foi. Quase cinco meses após e 14 kg a menos, consegui essa façanha heróica. Lógico que como estou me sentindo muito bem, curti e me diverti muito durante o exame.

Já de cara fui falando que não me mandassem pra casa de novo. Que eu estava bem e queria fazer o exame. A auxiliar e o médico riram. Colocaram em todo meu tórax uma porção de "eletrodos" com adesivos. Depois fui colocada numa bicicleta, pois ainda não posso subir na esteira. Só a partir de um certo peso, que ainda não estou pronta para confessar... Conectou meus eletrodos a tanto fio, mas tanto fio, que perguntei se eu era a mulher biônica. Lembram do Homem de Seis Milhões de Dólares? Pois é, assim eu me senti. Esses que estavam abaixo do coração, foi preciso colocar até esparadrapo pra ajudar a segurar. Comecei a pedalar, o médico falou pra eu avisar caso eu cansasse. Aumentou o peso. Continuei legal. Mais um pouco. Continuei bem. Ainda tive o topete de falar pra ele: "Em janeiro já teria pedido pra parar..." Acho que ainda aumentou mais umas duas vezes. Aí a coisa foi cansando, ele me mandou parar. Disse que minha pressão estava normal para aquela situação específica de esforço. Resumindo, que me saí bem. Tão contente eu estava, que no caminho de casa percebi que ainda tinha alguns adesivos grudados em mim. Mais tarde percebi que havia sobrado mais um, pertinho da costela. Ri muito da minha alegria que não deixou perceber que eu parecia uma amostra ambulante de adesivos para testes do coração.

Minha sensação de vitória foi inigualável. Coisa simples, mas esse teste chutou meu ego lá pra cima. Compreendi o quanto progredi nesses meses. Percebi quanto bem eu fiz por mim mesma. Resultado na próxima quinta-feira. Já estou vendo meu cardiologista e minha nutricionista mandando eu fazer mais alguma atividade física...


            

Posted by Jack, at 7:05 AM

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Sexta-feira, Maio 28, 2004

Porre de natureza




Sabe como é encher os pulmões de ar, e não sentir a poluição? Meio difícil nos dias atuais, mas tivemos uma incrível jornada final de semana passado, que vale a pena contar. Mas como tudo no mundo, teve seu preço!

Fomos pro interior de Minas na sexta-feira. Jackão apostando que eu não conseguiria ficar sem a net. Já na estrada vi alguns indícios disso: um carro de Campinas com a parte alfabética da chapa: CPU.

Desvio na estrada para obras: duplicação. Ficamos numa longa fila de espera por 40 minutos. Mas tínhamos que parar ao lado de um banheiro? A princípio um olhou pro outro. Sem palavras. Logo depois atirei: "Caramba, que animal faz um número dois tão fedido?" Jackão disparou a seguir: "Só pode ser bicho morto". Loooooongos 40 minutos. Talvez os mais longos 40 minutos de nossas vidas. Havia um caminhão-forte da Brink's cinco carros a nossa frente. Estava preferindo que houvesse um assalto ou seqüestro. Não estava mais agüentando a brincadeira.

À noite, ao invés de Caça ao Tesouro, tivemos entre 1,30 e 3,00 AM a interessante batalha do ser humano contra o inseto: Caça ao Pernilongo! Já à tarde percebi que tínhamos companhia. Como somos alérgicos (ele fica marcado por semanas e eu por ser fresca mesmo), perguntei: "Vamos a cidade comprar inseticida?" Você foi? Nem ele. E dá-lhe marido atirando toalha nas paredes. Até que quando sossegou, ainda tivemos um último "maledeto" com fôlego para um último vôo rasante. Pior que corrida de fórmula 1. Mônaco, da próxima vez, aqui vamos nós... O barulho deles numa quieta madrugada é irritante. Pior que o Schummacher na pista. Jackão arremessou a última toalha, e conseguimos dormir. Graças a Deus ele deve ter acertado o bastardo. Mas ele amanheceu com a perna mordida. Eu, com picadura de mosquito no rosto...


           

Posted by Jack, at 6:18 AM

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Quarta-feira, Maio 26, 2004

Como reza a já tradicional quarta-feira, vamos a um texto da irmã da Jack. Isso mesmo, não tem link. Ela não tem blog. Ainda...

O caixa





O fato ocorreu em 1988, quando ainda não existia caixa eletrônico nas agências bancárias (pelo menos que eu me lembre), e tínhamos que enfrentar longas filas nos caixas para fazer simples operações. Estávamos eu e meu marido, que na época era namorado, em uma imensa fila única no extinto banco "Ergonômico". Lembro-me bem que já tínhamos reparado em outras idas ao banco, um cara do caixa que enrolava muito, mas muito mesmo, e estávamos torcendo para não cairmos com ele para evitar um stress.
Adivinhem em que caixa caímos? No maldito!
Como o cara devia estar muito de saco cheio pela agência estar lotada, estava com aquela boa vontade no atendimento e com um sorrisinho irônico no rosto de quem quer ferrar porque ele estava ferrado.
Havíamos recebido nossos salários, que eram depositados pela empresa naquela agência, e o meu marido só queria fazer um simples saque e uma simples transferência para a conta poupança. Não me lembro os valores, nem se era cruzeiro, cruzado, mas não importa. O infeliz, só para sacanear e disso eu tenho certeza, pois como já disse, manjávamos a fera, veio com um bolo de dinheiro, no valor que teria que ser depositado na poupança, como sendo o saque, e um comprovante de depósito no valor que era muito menor, do saque. O meu querido, que é a pessoa mais calma do mundo, arrancou o bolo de dinheiro e o comprovante da mão do infeliz, foi à mesa do gerente e literalmente jogou-os na mesa dele. Nisso, todos que estavam na agência, que era minúscula, pararam até de respirar para ver o que ia acontecer. Num tom alto, mas muito calmo, foi explicado o ocorrido. O gerente na mesma hora resolveu e pediu desculpas, que cá entre nós, não fez mais que a obrigação. Mas o surpreendente foi que nas próximas vezes que fomos lá, não vimos o fofo do caixa. Um dia, por curiosidade, perguntei dele ao gerente. Tinha sido demitido.



Como tudo na vida: existem os bons e os maus. Bons e maus empregados. Bons e maus chefes. Bons e maus colegas. Bons e maus caixas. Pior que às vezes para os colegas é ainda pior a situação. Se o chefe não vê... O camarada inferniza a vida dos clientes e a vida dos colegas. Não é fácil...


          


E hoje tem post novo da Jurassic Jack no Playground dos Dinossauros. Dê uma passadinha por lá ... A nossa turma foi BLOG OF NOTES de novo... Ai ai, essa rotina de celebridade!!!



Posted by Jack, at 6:17 AM

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Segunda-feira, Maio 24, 2004

Delirius




Depois de um mês e meio de aposentado, Jackão se deu o direito a um final de semana inteirinho de folga de suas atividades esporte-físico-pintorísticas. Pintou dois quartos, corredor e uma sala enorme. Está até com dormência e calos nas mãos. Como não teremos essa modalidade em Atenas, decidiu que poderia se dar esse tempo. Mas o mais engraçado, é que ele não acreditava que essa que lhes escreve, conseguiria ficar três dias inteiros longe do micro e por conseqüência, fora do mundo bloguístico. Ou seria blogueiro? Não sei, pois o Word não está me deixando escrever nem um, nem outro... Bem que tive vontade de entrar numa Lan House, mas resisti bravamente.

Mas preocupada fiquei mesmo, quando no caminho de Minas, passamos por Itapira (SP). Quem conhece o pedaço, sabe que temos lá várias clínicas de tratamento: Instituto Bairral - clínicas psiquiátricas e Clínica Cristália - geriatria, psiquiatria, álcool, drogas, etc. Pensei que eu seria entregue a uma delas, com bilhetinho explicando minha condição de "delirius bloguistens". Mas cá estou, sã e salva. Só delírio de uma recém aposentada com um marido mais recém aposentado ainda! Ainda convenço esse homem a fazer um blog. Quem sabe vocês me ajudam a convencê-lo?

Assunto, com certeza, não faltaria. Quase morremos de rir, quando sábado após um laudo e farto café da manhã no hotel-fazenda, fomos visitar o lado "fazenda".
Jackão vira-se pra mim e diz:
- Olha! Tem até pavão...
O pavão responde:
- Glu-glu-glu-glu-glu...
Aí replico:
- É peru, Jackão. Como é que um pai de veterinário pode confundir peru com pavão?
Ao que sugeri para título do blog:
1 - O pavão do Jackão,
2 - O peru do pavão,
3 - O peru do Jackão,
4 - Nenhuma das alternativas anteriores.
Pois é, depois eu que preciso ser internada...


          

Posted by Jack, at 7:07 AM

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Sexta-feira, Maio 21, 2004

O Malote




Malote deveria ser hoje em dia uma coisa obsoleta. Mas ainda não o é. Os documentos ainda têm que circular pelas agências e pelos bancos. Nem sei se um dia deixarão de existir. Só o que sei, que um dia perdi o malote. Explico melhor: o malote da minha agência foi embora sem meus documentos de caixa. Perdi o horário.

Fechei o caixa cedo. Por isso mesmo, acho que me dispersei. Fiquei conversando e não vi o tempo passar. Normalmente faria o seguinte: estando com o caixa batido, separava a papelada que tinha que ir para outro setor. E já colocava num saco plástico, pois algum colega fecharia o malote. Eu, tão tranqüila que estava, nem o maloteiro vi chegar. Quando dei pelo adiantado da hora, e perguntei pelo rapaz. Verifiquei que ele já havia vindo e ido embora. Tomei um baita susto! Peguei minha papelada correndo, e fui até a esquina pegar um táxi que me levaria à agência central. Na tentativa de ainda encontrar o carro que levaria o malote até Campinas (SP). Peguei também um par de lacres extras. Torcendo para que o motorista daquele dia fosse alguém que eu conhecesse. E que me conhecesse também, pois na verdade eu não queria seqüestrar nenhum documento. Somente colocar os meus.

Adrenalina a mil. Rezando para o trânsito estar tranqüilo. Nervosa que só. Quando o táxi parou, o rapaz ia saindo com os outros malotes do prédio. "Chico!" - gritei. Graças a Deus ele era conhecido. Retirei o lacre, coloquei meus papéis e desejei-lhe boa viagem. Cada coisa que acontecia com a gente! Mas essa coisa do malote, nunca mais... Só erra quem trabalha.

Quando a gente fazia uma burrada desse tipo ou mesmo quando faltava dinheiro no caixa e a gente tinha que correr atrás do cliente, costumávamos dizer: olha aí um caixa de carreira...


          


E hoje, excepcionalmente, tem post novo da Jurassic Jack no Playground dos Dinossauros. Dê uma passadinha por lá ... Texto sobre incentivos...




Posted by Jack, at 6:43 AM

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Quarta-feira, Maio 19, 2004

Jocasta Forever




Como algumas pessoas (muito poucas na verdade, eu assumo), pediram para eu contar sobre a Jocasta, lá vai... Hoje, exatamente hoje, há exatamente um ano atrás, começava essa que lhes escreve, sua vida de Jack (já que não tá fazendo nada...). Meu último dia trabalhado foi 16 de maio, uma sexta-feira. Comecei minha nova vida de alforria na segunda, dia 19. Portanto 365 dias atrás. Ou seriam 366?

Providenciei uma festinha para os colegas da agência. Estávamos todos nos divertindo, altos papos, comida e bebida. Eis que a figura da foto acima adentra o buffet, soprando um estridente apito. Tomei um susto quando a vi. Não acreditava no que meus olhos viam. Ela é muito alta e discretíssima, como vocês podem ver. Logo pensei: "Estão aprontando uma pra mim". Pensei que os colegas tinham chamado a "moça". Sabia simplesmente tudo da minha vida. Tu-do! Meu nome inteiro, nome do marido, filhos, onde tinha estudado, que eu vou à feira as terças, nome do meu gerente, que eu fazia hidroginástica, enfim. Escancarou minha vida na frente de todo mundo. Não que eu tenha segredos, mas o modo como falava e os trejeitos que fazia, quase nos matou de tanto rir.

Só que até então não sabia quem havia contratado a drag-queen. Completamente fora de sintonia, resolvi entrar na brincadeira. Me atirei de cabeça, ri muito e consegui ainda curtir junto com ela. Afinal após quase 27 anos de escravidão, bem que eu merecia relaxar. "Livre dos grilhões", pensei. Realmente estava inspirada. Foi uma noitada única.

Até que as coisas foram clareando. Minha filha começou a sair de perto. Jocasta começou a me entregar "presentes": coisas das lojas de 1,99... Aí a ficha caiu: Jackinha havia contratado a rapariga. Ganhei agulhas de crochet e tricot, novelos de linha, dominó, revista de trabalhos manuais, um monte de inutilidades. Como se eu fosse mesmo me aposentar, na conotação pejorativa que essa palavra tem na maioria das vezes. Final de vida, chinelo de quarto, cabelos brancos, embalar netos, jogar dominó, tomar vacina contra a gripe de graça, etc. Mal sabiam todos ali, inclusive eu, que minha vida estava apenas começando! Tendo que superar uma diabetes, estou conseguindo: melhorar minha qualidade de vida, perder peso e ganhar confiança no que a vida ainda tem pra me dar. Espero que ainda seja muito!




               Essa "assinatura" ganhei do amigo Marcelo


Alguém consegue vê-la? Eu vejo... hehehe



Posted by Jack, at 5:38 AM

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Segunda-feira, Maio 17, 2004

Os 10 km.




Ontem aqui em Santos, tivemos a já tradicional corrida dos 10 km de A Tribuna. Nosso único jornal local. Esse foi o primeiro ano que aceitaram caminhantes e Jackinha se inscreveu. Fomos caminhar no calçadão. A beira do mar estava impraticável. A água do mar deixou nossa faixa de areia pela metade. Ressaca ou ciclone, não sei ao certo. Então, não tivemos alternativa.
Essa corrida se inicia no centro da cidade (em frente ao jornal) e termina na praia do Gonzaga. Andamos contra a maré de gente que vinha vindo ver a corrida. Fomos até o canal 6 e retornamos. Depois fomos até o canal 3 tomar água de coco. Quando me dei conta, já estava pensando em algo interessante para escrever.
As mulheres melhor classificadas eram minúsculas. Uma cintura que estava em torno da circunferência da minha coxa. Biótipo é fogo! Nem na próxima encarnação conseguirei ser corredora. A mulherada deve ter zero de teor de gordura no corpo. Aquilo é que chamo de queimar o que come! Com pouca ou nenhuma resistência ao ar que as circunda, deve ser ainda muito mais fácil correr. Elas praticamente saem do chão. E ontem na verdade, quase sairam mesmo. Passou um helicóptero num vôo rasante de uma TV local. Passaram tão baixo, mas tão baixo que quase carregaram as primeiras classificadas. Eu só conseguirei isso no dia que tiver as orelhas do Dumbo. E mesmo assim, orelhinhas saradézimas para agüentar minha massa corpórea.
No grupo, pude localizar alguns conhecidos:
- As irmãs Cajazeira: 3 irmãs, amigas minhas, que não se largam por nada desse mundo.
- Jocasta: "drag-queen" conhecidíssima na cidade, inclusive vale um post separado, pois fez animação da minha festa de aposentadoria. As pessoas que assistiam mexiam com ela o tempo todo.
- Equipe Memorial: tem uma equipe muito boa de corredores. Mas aqui, é sinônimo de um cemitério vertical e crematório. Imaginei: será que já estão todos mortos?
- Fifi: amigo nosso de longa data, atual secretário de obras do município. Verificando "in loco", ou melhor, com a própria língua, se o asfalto da avenida da praia havia sido bem reformado.
- Jackinha: na maior falta de preparo, passou correndo! Gritei: "Eeepa! Algo errado... Você veio pra caminhar!" Ao que me respondeu: "Fiquei pra trás, vou tentar chegar junto da turma."
Jackão chegou a conclusão que caminhamos algo em torno de 7 km. Ano que vem, quem sabe, faremos nossa inscrição. Eu mal conseguia dar a volta no meu quarteirão. Agora já estou fazendo essa marca... Quem sabe valerá a pena. Afinal, teremos um ano para treinar...


          

Posted by Jack, at 6:14 AM

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Sexta-feira, Maio 14, 2004

Doidijane




Essa colega era muito doidinha. Naquele tempo que todas nós já éramos espertinhas, ela ainda casou grávida. Enfim, funcionária da empresa e casada com um americano pastor. Ou seria pastor americano? Não, ficaria parecido com pastor alemão...

Sustentou a casa sozinha por muito tempo, pois o moço estudava medicina com crédito educativo. Talvez naquele tempo ser pastor não significava ser rico. Ainda. Os tempos mudam mesmo... Ela teve uma escadinha de filhos, foram três. Até onde eu saiba, não parou até ter uma menina. Que deve ter sido a última (a quarta).

Não me recordo agora quantos filhos tinha nessa época. Dois ou três. Ela havia viajado a noite toda. E, sem dormir, chegou para trabalhar completamente zonza. Uma certa hora ela nos disse que ia ao banheiro. Demorou muito. Demorou tanto que, preocupadas resolvemos ir olhar. Ou melhor, algumas tinham uma certa implicância com ela. Disse que eu ia até lá. Como não queria nada, para não chamar a atenção do chefe.

Qual não foi minha surpresa quando entrei: tínhamos dois compartimentos separados. Um estava vazio, o outro, fechado. Deduzi que ela estava ali. Chamei seu nome. Ela assustada respondeu: "Ahannnn, sim, eu, quem me chama?" Coitada, ela tinha a palma da mão esquerda completamente marcada no rosto. Disse que sentou para o número um, e acabou dormindo...

A última notícia que tive dela foi em 1989. Mandou-me um cartão postal. Estavam na Costa do Marfim. Ela pediu demissão. Provavelmente estavam lá em missão religiosa. Ou médica, não sei ao certo.


          




Amigos, minha amiga Aninha acaba de "dar à luz" seu novo blog.




Façam uma visitinha, o bebê Malê acabou de nascer...


Posted by Jack, at 6:08 AM

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Quarta-feira, Maio 12, 2004

O post de hoje é uma colaboração da amiga Cobra do blog Cobra, Jacaré, Elefante.
Não esqueça, se você tem uma boa estória de banco, fale comigo!



FILA




Tomei uma decisão: nunca mais vou entrar em um banco! Mas que decisãozinha difícil de ser mantida! Os bancos oferecem mil e uma facilidades mas,volta e meia, e geralmente em dia de maior movimento, sou obrigada a enfrentar uma enorme, gigantesca, hedionda, fila de banco. O que fazer? Tento passar o tempo analisando meus prisioneiros de fila.
- Guarda um lugar na fila, por favor?Eu vou só um instantinho na máquina e já volto.
- Pois não.
- A senhora podia fazer o obséquio de guardar meu lugar na fila?
- Atrás de mim já está aquela senhora de vermelho que está na outra fila.
- Qual? A de guarda-chuva amarelo?
- Não. Esta está na minha frente. A de lenço no cabelo é que está atrás de mim.
Logo a conversa se inicia:
- É um absurdo! Apenas três caixas funcionando e mesmo assim um está fora do ar!
Penso como seria bom entrar fora do ar de vez em quando. Penduraria um cartaz no pescoço avisando: Fora do Ar. E pronto! Não resolveria absolutamente nada, caminharia pela praia admirando sua beleza.
A fila aumenta. Começam as reclamações políticas, as trocas de idéias sobre investimentos, as queixas sobre os salários. Grupos de conversas se formam e um deles trava uma conversa inflamada e ouço uma mulher dizer em voz bastante alta:
- Aquela cantora careca! Não sabe? Aquela cantora careca, como é mesmo o nome daquela cantora careca?
A fila caminha lenta e a voz insiste:
- Aquela cantora careca...como é o nome daquela cantora careca?
Faltam apenas duas pessoas a serem atendidas antes de mim. Verifico o relógio: duas horas e vinte minutos de fila, meu récorde! Pronto, agora vai chegar a minha vez. Todos os papéis a postos. Neste momento a mulher interessada em música ergue os braços e grita:
- Atenção! Todo mundo atenção! Alguém aqui sabe, pelo amor de Deus, o nome daquela cantora careca?
O caixa bate freneticamente com a caneta no vidro chamando minha atenção. Sem virar-me para trás, segurando a papelada contra o peito, grito:
- Sinead O'Connor!
- Graças a Deus! É isso! Sinead O'Connor!
Rindo muito, fui atendida. Paguei o curso de inglês, o de francês, peguei o talão de cheques, paguei o IPTU, tirei meu saldo e acabei com o resto da poupança.
Pensando bem, será que vai valer a pena desistir de enfrentar as filas de banco? Enquanto eu morar no Rio, talvez não.



E como toda quarta-feira, tem post novo da Jurassic Jack no Playground dos Dinossauros. Dê uma passadinha por lá ... Texto sobre o fusca azul da minha vida...



Posted by Jack, at 6:19 AM

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Segunda-feira, Maio 10, 2004

Momentos













Aniversário e dia das mães inesquecíveis. Algumas imagens, precisa de palavras?



         

Posted by Jack, at 5:04 PM

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Domingo, Maio 09, 2004

Oh my God!!!



Eu não disse que isso é mesmo uma sucursal do hospício? Olha o que fizeram comigo... Simone: vou ter que trocar minha senha de acesso ao blog? Ou minha redatora interina fez isso tudo sozinha? "Já está no seu juízo normal, ou posso chamar o Charcot?" Eu imaginava que ela estava mirabolando alguma coisa, mas não fazia idéia que ia envolver outros tantos amigos... hahaha!!! Como é bom ter vocês aqui... Assustei a princípio, mas amei a surpresa!







Como vocês todos sabem, nem aqui em casa teremos bolo hoje. Em respeito a minha dieta e a minha porqueira-inimiga-recém-adquirida diabetes. Mas quero mandar um beijo grande pra todos que entraram nesse projeto-hacker-suicida de dona Osimone bin Laden e sirvam-se e lambuzem-se com o bolo virtual que deixarei aqui pra vocês. É com certeza, o único que poderei ver no dia de hoje. E esse é pra todos vocês... Obrigada!!!








Pra quem não entendeu nada, por favor, leia o post abaixo... rs





Calmaeeeeeeee você não entrou no blog errado nem ele foi hackeado...rs


Desculpa, invadimos o seu blog hoje, mas temos uma justa causa. Causa dobrada na realidade, te desejar um Feliz dia das mães e um aniversário maravilhoso. Como eu não sou boba, trouxe junto o advogado...rs e mais um monte de amigos pra te desejar muita felicidade. E no meio desse povo todo, trouxe uma surpresa pra você...rs
Jack, muita paz, muita luz e felicidade.
Beijos e amor

Simone






Jack, bem que tentei desenhar você!!! Tarefa difícil fazer alguém que você só conhece virtualmente...

Como acho que o desenho ficou insuficiente, completo então o que acho que deveria entrar nele: Sua bondade, amizade, alegria... toda a doçura que você me passa.

Beijos para você, querida, e parabéns duplos, pelo aniversário e pelo Dia das Mães!!!

Lulu




Jack depois de tanto tempo lá no banco "não fazendo nada com você" e agora, acompanhando suas longas caminhadas pela praia correndo o risco ainda de virar post, como diz a Simone.. hehehhh só posso ser fã mesmo dessa Net que até agora só me fez conhecer pessoas especiais como você!!
Parabéns pelo seu dia em dose dupla!! Muitas felicidades, muito TUDIBOM pra você!!
Seja e esteja feliz!
Besossssssss

Rubia




Talvez não lembre, mas foi através de você que conheci tanta gente maravilhosa desse mundo blogueiro!
Já disse algumas vezes que, embora o encontro de Santos tenha me deixado felicíssima por conhecer pessoas que amo como a Carlinha e Simone, eu iria mais mil vezes, mesmo debaixo de muita chuva,nem que fosse por alguns minutos, só para poder sentir a sinceridade do seu abraço!
Que você continue essa pessoa maravilhosa que é, e que seu abraço possa continuar confortando todos aqueles que tiverem a sorte que tive de lhe conhecer! Te adoro, feliz aniversário!!
Bjs

Carine



Mora em Santos mas pelo que eu saiba ainda não é uma surfista. Pensando bem, é sim. ela surfa pela net. e foi exatamente nessas ondas que nossas vidas se esbarraram. já nem me lembro quem esbarrou em quem, mas o certo é que nos chocamos. Sentamos embaixo de nossos quiosques - ou blogs, como queiram - e acabamos por nos divertir muito e muito. Jack nos identificamos, nos tornamos grandes amigas. Amigas que se visitam diariamente mesmo uma morando em SP e a outra em Goiás. E jack ela faz aniversário hj, só tenho algo a dizer: parabéns minha amiga surfista!
Bjins,





A Jack? A Jack não faz nada e nem precisa. Ela conquista. Quem já foi arrebatado pela história de um sujeito correndo por um banco com uma lixeira pegando fogo ou pela de outro que "dá uma aben-dada" na poupança no meio de uma agência sabe que a Jack é feita de conquistas. Está desenhado nas suas histórias, publicadas para mostrar que se desesperar numa disputa não traz a vitória. O que a Jack faz é ensinar como se conquista da vida a alegria de estar vivo, desse jeito simples mesmo. A Jack fez isso comigo, me conquistou. E isso assim, sem fazer nada, apenas sendo a Jack!

Um grande beijo minha amiga
e um dia que faça você conquistar
tudo que lhe é merecido!

Neander




" Cada novo amigo que ganhamos no decorrer da vida nos aperfeiçoa e enriquece, não tanto pelo que nos dá, quanto pelo que descobre de nós mesmos."

" amigo verdadeiro é aquele que nos quer apesar de nada."


Parabéns e um beijo da

Clarice




"Ciò è un piccolo omaggio per il nostro amica Jack che oggi stà rendendo ad anniversario.

Abbiamo avuti come dare un regalo grande per lei, mà non riusciamo per rapinare quel maledetto Tomi Chutoperto...Nico Comiperto...Kimo Parlacerto...tà ta ta...quel CASTRATTI DISGRAZIATTO.

Anche abbiamo avuti che tu accettate i nostri baci abracci.

Un anniversario felice. Don Vito ed il famiglia li vuole. AUGURI!!!"



Esta é uma pequena homenagem à nossa amiga jack que está aniversariando.

Gostariamos de dar um grande presente para ela, mas não conseguimos sequestrar o maldito Tomi Chutoperto...Nico Comiperto...Kimo Parlacerto...tà ta ta...aqueleCASTRATTI DESGRAÇADO
Então queremos que você aceite nossos beijos e abraços

Feliz aniversário. São os votos de Don Vito e Famiglia. FELICIDADES!!!

Don Vito



"Gente finíssima! Um doce de criatura!
Adoro essa menininha, que ainda vou conhecer pessoalmente!
Beijão procê, querida!
P.S.: Exija dois presentes hoje...rsss"

Kel



Um dia estava navegando pela net quando caí em um blog chamado "Jack não está fazendo nada", fui lendo um pouco daqui, um pouco dali, e quando me dei conta já tinha se passado um tempão e eu ainda estava lá, lendo as aventuras da Jack. Mais tarde descobri que a Jack não era Jack, era Leda, mas pra mim vai ser sempre Jack, esposa do Jackão, mãe da Jackinha e do Jackinho. Isso não faz muito tempo, mas a Jack é daquelas pessoas que chegam de fininho para ocupar um lugar na vida das pessoas e - como não poderia ser diferente comigo - já tem o seu lugarzinho guardado no meu coração. E hoje é aniversário da Jack! Parabéns pra você" nesta data queridaaaa" Só queria dizer umas palavras e está quase saindo um post. Então vamos terminar essa "breve" mensagem antes que a Simone me enforque. Só queria dizer "Tem bolo?". Nãoooo, não era isso que eu queria dizer. Jack, desejo toda a felicidade do mundo para você nesta data especial, que Deus ilumine a sua vida, que esta lhe proporcione muitas alegrias, que seja repleta de realizações. Feliz aniversário e beijokas extras nas bochechas.

Willux




"Jack, faz pouco tempo que nos conhecemos, mas, minha vida neste tempo, não seria a mesma sem te conhecer.
Parabéns e muitas felicidades, querida !
Beijos.

Aninha"





Parabéns amiga Leda, que você continue com esta linda luz que ilumina a
todos que a cercam, muitos anos de vida com saúde e muitas lembranças para
nos contar.
Abraços no coração.

Leotti & Family





"Manheeeeeeeee eu também tô aqui!"


Livinha



Jack ... Alegria é uma virtude ... então você tem essa virtude e sabe usar muito bem ... Tem alguem aqui que adora conversar com você, exatamente por isso

Diego





Jessikinha



Jack-Leda , que seu dia seja glorioso, cheio de amor, carinho e esperança. Uma mãe que faz aniverário no dia das mães é sinal que foi abençoada por Deus duas vezes. Mil beijos e felicidades.

Débora-Fata



"Jack querida, se o mundo tivesse mais pessoas como você não seria tão hipócrita e as pessoas não seriam tão infelizes. Seja sempre essa vencedora admirável que se supera em TUDO! Força, fé, saúde a AMOR! Feliz Aniversário!"

Eu comigo mesma





Posted by Jack, at 12:02 AM

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Sexta-feira, Maio 07, 2004

Paraíso de ser mãe




Dizem que é padecer no paraíso. Não sei. Ou melhor, sei. Só não sei se concordo. O paraíso também dói. A dor do sofrimento faz parte do pacote. Não tem como escolher "separado". Como acessórios ou opcionais. É item de fábrica. Não dá para negociar. Nem trocar. Felicidade às vezes também dói... Na melhor maneira que se puder doer. Se é que isso é possível. Não sei se vocês me entendem. E dói porque o amor sem limites ou senões não dá sinal de trégua. É guerra de amor. Não tem como esperar. Não tem um "pause". E a gente segue, "doendo".

Primeiras emoções: o exame (que agora é de sangue) positivado, as primeiras mexidas, primeiros chutões, primeiro choro, primeira mamada, primeiro sorriso, primeiro dentinho, primeira papinha, primeira palavra (agüenta firme se for "papá"...), primeiros passos, primeiros tombos, primeira festinha, primeiros amigos, primeira balada, primeiro namoro, primeiro "porre", primeira faculdade, primeira "vez", primeiro emprego. Nossa! Essa lista não tem fim... Faltam ainda muitos primeiros... Acho que sempre faltarão!

Para mim, que trabalhei fora, o primeiro dia de sair de casa pra trabalhar após a maternidade, foi doloroso, padecido. Parecia que o mundo ia se acabar. Um buraco se abria diante de meus pés. Faltou chão. Deixar com quem quer que fosse aquela criaturinha. Que loucura. No final tudo se ajeitou, tudo deu certo. Hoje crescidos, nem sei se realmente me queriam por mais tempo. Sempre brinco, digo que minha consciência está e estará sempre tranqüila. Nunca aceitei trabalhar mais que meio período. Procurei ficar a maior parte do meu tempo disponível ao lado deles. Cresceram, amadureceram. Ou não...

Eles continuarão nossa existência. Não tem jeito. E a gente fez, faz e fará sempre tudo para o bem deles. Mesmo que na maioria das vezes eles não entendam. Um dia entenderão, essa é a mágica. E só entenderão no dia que forem pais ou mães também. Amo vocês! Muito mais do que vocês imaginam. Aliás, um dia saberão... No dia que me derem netos...


           

Posted by Jack, at 6:23 AM

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Quarta-feira, Maio 05, 2004

Continuando com nossa programação, o post de hoje é uma colaboração da amiga Intuição Feminina do Converse com meus neurônios.
Se você tem uma boa estória sobre bancos, fale comigo, ok?



Fila Especial




Sempre que ia ao banco, a fila de idosos e gestantes andava mais rápido que a normal...
No dia que peguei meu exame de gravidez, fui ao banco. Barriga, que barriga? Nem dava pra ver nada, menos de um mês. Lá vou eu pra fila de idosos e gestantes. Quando chega a minha vez de ser atendida, a caixa vira e fala:
- Caixa errado, pode ir pra outra...
- Ah! não vou não...
- Mas esta fila é de idosos e gestantes!!
- Sim eu sei!!!
- Então mocinha, você pode trocar de caixa!!!
- Mas Eu estou grávida...
A caixa soltou um risinho bem sacana, como quem não acredita e quando ia me mandar novamente sair da fila, tiro da bolsa o exame e passo pra ela...rs
O engraçado foi ver a cara dela, sem jeito...
Não sou de fazer essas coisas, mas puxa, eu estava grávida mesmo!!!

Nunca mais usei o caixa especial. É ilusão que é mais rápido. Juro, é só ilusão. O resto todo da gravidez, usei o caixa normal, por mais que me dissessem:
- Minha filha tem um caixa especial pra você...
Não muito obrigada, vou na geral que é mais rápido...rs


Obrigada Simone! Muito legal, amiga.
Sabe aquela estória do Gerson? Sempre querer levar vantagem em tudo? Pois é. Sempre que teoricamente, o brasileiro acha que terá alguma vantagem sobre os demais, arruma sempre um jeitinho de que aquela exceção à regra se aplique a ele. Era muito comum ver que as pessoas tentando se passar pelo que não eram, pra tirar algum proveito. Só que na realidade, o que se via era exatamente isso. A fila dos idosos, gestantes e deficientes na verdade acabava sendo mais demorada. Motivos óbvios.



                 



E hoje tem post novo da Jurassic Jack no Playground dos Dinossauros, que foi novamente What's Up... Dê uma passadinha por lá ... Reportagem completa, com foto jurássica, inclusive...



Posted by Jack, at 6:01 AM

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Segunda-feira, Maio 03, 2004

A volta dos que não foram...




Feriadão. Praias cheias. Inevitável. Desculpem. Juro que nunca mais prometo que não vou falar sobre os caminhantes. Aquilo é um prato cheio para as minhas idéias... Eu estou começando a achar que é uma missão. Talvez impossível, mas ainda assim uma missão. Antes que riam de mim, com certeza vou ter que rir deles primeiro. Tem muito sem-noção nessa província. E assim minha caminhada vai que vai... Nem percebo o cansaço e o esforço simplesmente porque "eles" não deixam... Agora então, que tenho ido com o marido, sai de baixo! Ele é muito desligado e não percebe a horda litorânea. Normalmente faço um comentário e ele não entende. Tenho que explicar: Aqui, aqui, à sua esquerda ou aqui à minha frente... Acho que está começando a ter certeza absoluta que escolheu uma companheira completamente doida. E eu ainda peço ajuda para localizar os malucos.
Senão vejamos:
- Casal solidário: ela com o braço gessado, ele com a tipóia.
- Casal fashion: o mesmo tecido no maiô dela e dele... Fundo preto com tubulações de todas as cores. Sabem aquele protetor de tela do Windows? Encanamento 3D? Pois é. Semelhante.
- Casal psicologia: "argumentando" enquanto caminham.
- Casal Sundown: vieram do interior (só pode), esqueceram o filtro solar. O velhinho estava quase roxo.
- Moço cor de ébano: com sunga cor da pele (dele) e tênis verde-limão. A gente só via o lindo sorriso branco e o calçado discreto (e a uma boa distância!).
- Bikini "santropeito": senhora saudosista que acha que ainda estamos nos anos 60, na era Saint-Tropez: alguém se lembra disso? Era uma calça com o cós bem abaixo do umbigo (mais parece um post para o Playground dos Dinossauros). Verdade: meninos eu vi! Só que às avessas. Ela usava um bikini tão alto, mas tão alto: quase no pescoço!

Depois de tudo isso, o que vocês acham: tenho como parar de falar desse hospício à beira-mar?


            

Posted by Jack, at 6:13 AM

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