Aventuras e desventuras de uma recém aposentada, enquanto trabalhadora de uma ilustre instituição financeira, por quase 27 anos de sua vida !!!











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Sexta-feira, Janeiro 30, 2004

Sítio do Pica Pau Amarelo




Bimbim era contínuo no banco, nos áureos tempos em que o banco ainda tinha essa carreira. Completamente maluco e apaixonado por Monteiro Lobato, tinha um apartamento no qual morava, e outro, onde tinha uma espécie de museu. Isso mesmo, colecionava coisas referentes a seu ídolo, e como não cabia no seu cafofo, ele tinha um outro, somente para acomodar o seu "hobbie" ...

Eu mesma nunca cheguei a visitar. Lembro que uma vez o jornal local fez uma reportagem lá. Mas no banco, além da sua mania, o apelido era mais porque ele era muito doido mesmo. Nada a ver com seu nome de batismo. Era bim-bim, tipo assim, uma espécie de "onomatopéia", como posso explicar: batendo os pinos, porcas, parafusos (o barulhinho dos "metais" ...) Completamente insano, de dar nó e de beliscar azulejo ...

Mas era da paz, aturava as brincadeiras que os colegas faziam ... Ainda ria e ajudava a brincar com ele mesmo ...

          

Postado por Jack, em 1/30/2004 11:52:40 AM

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Quarta-feira, Janeiro 28, 2004

Fiz totô ...




Naquele tempo, dizia dona Zefa a seus discípulos: Fizeram totô perto da máquina de Coca-Cola!!! Sério, gente! E explico o que aconteceu: algum engraçadinho, li-te-ral-men-te cagou perto da máquina de refrigerante que tínhamos na agência.

Alguém que, com raiva do movimento infernal daquele dia, ou um tanto necessitado de banheiro, fez suas necessidades fisiológicas de estado não líquido, do ladinho da pobre máquina. Há um tempo atrás, o banco teve uma espécie de parceria com essas máquinas, pra vender refrigerantes... E vocês sabem, bancos em geral não oferecem esse serviço de banheiro, assim como rodoviárias ou lanchonetes.

Tadinha de nossa querida e amada salve-salve dona Zefinha, teve que limpar o colosso!!! Olha o que sobrou pra faxineira!!! E segundo ela, não era de cachorro ... nem de criança ... Será que alguém merece?


         


Hoje tenho post novo no Playground dos Dinossauros. Dê uma passadinha por lá, e veja um post "jurássico" sobre "Envelhecer..."



Postado por Jack, em 1/28/2004 12:18:52 AM

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Domingo, Janeiro 25, 2004

Xixi ???




Esse fato aconteceu bem antes da nossa homérica reforma da agência (ou vocês pensam que uma agência bancária pode fechar pra reforma? Deveria, mas não pode ...). Os guichês ainda eram antigos e altos, onde a gente passava quase todo expediente de pé, pois as cadeiras não eram muito apropriadas, e a gente ficava mal acomodada. Corria-se o risco também de, ao sentar, termos dificuldades para abrir a gaveta do dinheiro, ou pior ainda, prender os dedinhos... Ai, ai, como doía ...

Não me recordo quais (ou qual) feriados tivemos na véspera, pois a agência estava completamente repleta, coisa assim como estádio de futebol em final de campeonato, realizou ??? Coisa pra ninguém botar defeito, e a fila única estava realmente demorando muito além do normal. Missão impossível para qualquer super-herói, entendem?

Pois é. Ao final do dia, uma colega apurou diferença de caixa. Fui ajuda-la, e, eis que senão quando, vi uma pocinha líquida embaixo do seu guichê. Perguntei se ela havia derrubado água. "NÂO", foi a resposta. Aproximei o olhar. O líquido não era transparente, pelo menos não totalmente... Sim, meus queridos, era amarelo, amarelinho da silva. Alguma desavisada bexiga não agüentou o tempo de espera, aliviou-se ali mesmo, no cantinho do guichê. A gente nunca descobriu como, nesse tempo não haviam as câmeras hoje instaladas. Mas rimos um bocado, imaginando a situação do pobre.


         


Molecada do chat da tarde: Ainda não faço parte do Fraldas Geriátricas das Blogueiras Idosas. Mas nunca se sabe, um dia ...


Postado por Jack, em 1/25/2004 12:33:23 PM

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Quinta-feira, Janeiro 22, 2004

Pitei ...




Esse "causo" uma amiga-irmã-cunhada, aposentada também, me contou ontem. Ela trabalhou em alguns lugares insólitos pelo Brasil afora. Naquele tempo, lugares distantes, ou, onde ninguém queria trabalhar, o banco oferecia um bom dinheirinho incentivando a funcionários de agências "completas" ou "repletas (como queiram), a se aventurar pelo país. Isso se chamava adição. Talvez de dinheiro ou de experiências, não sei ao certo ...

Naquela cidade, todos os moradores muito honestos, mas quase todos sem nenhuma formação oficial. Compareciam ao banco, munidos de sua própria assinatura num papelzinho, digamos, para "copiar", na hora que o caixa precisasse dela. Seu João ficou muito tempo na fila. Quando, pedido a ele que assinasse, ele com aquela cara de "Ai meu Jesus Cristinho, cadê a moita???": "Hein, moça?"
Aí essa colega, percebendo a situação, perguntou: "Seu João, cadê seu papelzinho?"
Seu João respondeu: "Ih minha filha, fiquei tanto tempo na fila, "pitei"..."


Esse post é uma singela homenagem aos blog-amigos: Intuição Feminina (fumante) e
Bacalhau Transgênico (dizendo-se agora ex-fumante...)



         

Postado por Jack, em 1/22/2004 11:23:54 AM

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Quarta-feira, Janeiro 21, 2004


Hoje tem post novo da Jurassic Jack no Playground dos Dinossauros. Dê uma passadinha por lá, e veja um post "jurássico" sobre o Montanaro!


Postado por Jack, em 1/21/2004 07:18:38 AM

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Terça-feira, Janeiro 20, 2004

Tietagem



Esta aposentada blogueira se "rasgou" num momento tiete nesse último sábado, voltando no túnel do tempo pelo menos uns 20 anos. Aconteceu nesse dia uma clínica de vôlei nas areias da praia da Aparecida aqui em Santos, no qual o nosso medalhista de prata em Los Angeles, Montanaro, esteve presente como gerente do Departamento de Vôlei do Banespa.





Ano passado, já havia acontecido esse mesmo evento, e tinha ido lá conhece-lo pessoalmente. Esse ano, repeti a dose, e trouxe fotos pra vocês. Os meninos não se importarão, eu sei, mas as meninas da minha faixa etária, talvez um pouco menos, vão com certeza adorar ...





          



Postado por Jack, em 1/20/2004 06:56:43 AM

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Segunda-feira, Janeiro 19, 2004

Hoje só teremos comemorações por aqui...



Hoje é aniversário do Chefe da Tribo!!! Parabéns!!!





Amigo Índio, que essa data se repita por muitos e muitos anos, e que possamos continuar essa amizade, aqui iniciada, e transformá-la de virtual em real... Tudo de bom ...



YUPIIIIII !!!!!!


      

Postado por Jack, em 1/19/2004 06:47:36 AM

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Sexta-feira, Janeiro 16, 2004

Lágrimas




Sim amigos, não só de "causos" engraçados foram feitos a minha carreira no banco. Às vezes até vontade de desistir, jogar tudo pro alto, eu tive. Sabe aquela vontade de sair andando, sem dizer aonde vai, qual rumo tomar, sem dar satisfação para chefe ou gerente? Para tudo acabava achando uma solução, claro. Tinha responsabilidades em casa, com os filhos, principalmente.

No meu primeiro emprego (somente 9 meses), eu trabalhava em horário integral. Mas no banco, obrigatoriamente só 6 horas por dia, teríamos que encontrar uma solução. Se bem que eu sempre achei que essa coisa de mulher em casa ... realmente, meio difícil de administrar com a cabeça que eu tinha na época.

Meu mais velho nasceu após 3 anos de casamento. O marido um dia disse, que quando ele nascesse, que eu deveria parar de trabalhar. Eu brinco com ele até hoje, que fui enganada, que me prometeram uma vida de "dondoca" e na verdade eu até me aposentei ...

E pra ser dona-de-casa, precisava e ainda precisa, na minha opinião, ter o dom, que talvez eu não tivesse (acho que não tinha mesmo ...) E o nível salarial de quase todos, baixou muito no Brasil naquela década. E com chorinho novo em casa, eu deixar de cooperar nas despesas ... Mas valeu!!!


           

Postado por Jack, em 1/16/2004 10:04:39 AM

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Quarta-feira, Janeiro 14, 2004

Fogo !!!




Ele foi um dos meus primeiros chefes no banco. Extremamente cuidadoso e metódico, claro que às vezes até demais ... Muito religioso também, o que impedia que a gente falasse algumas "bobagens" perto dele. E como o serviço era muito estressante, falar certas coisas fazia parte do script, para relaxar, mas como ele não gostava, a gente respeitava. E como ...

Ele era o responsável pelos expurgos daquelas importantes chaves com o exterior, que ficavam guardadas, naquele tempo, em grandes e empoeirados livros, que eram muito bem guardados. Lógico, no cofre. E quando ele ia fazer isso, era um acontecimento, uma verdadeira efeméride.

Vamos dizer a verdade: ele era um pouquinho estabanado e afobado também. Então imaginem a cena, algumas páginas para serem incineradas, coisa muito importante e que estavam sob sua responsabilidade. Ele queria queima-las até onde ele conseguisse segurar com suas próprias mãos. Somente colocar no lixo, após ter a certeza de que estava completamente, ou quase, queimado, torrado, pretinho da silva. Que ninguém ia ler mais nada.

Só que uma vez, ele quase botou fogo no setor, pois quando ele correu para colocar o papel "em chamas" no lixo, quase não deu tempo, aquele foguinho se aproximando de suas mãos, ele sentindo aquele calorzinho, e a lata do lixo lá no fundo da sala, porque também, até a lata tinha que ser especial ...


          


Hoje posto também no Playground dos Dinossauros.Faça uma aposentada jurássica feliz, conto com sua presença lendo e comentando meu post ... Beijokas




Postado por Jack, em 1/14/2004 07:00:52 AM

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Segunda-feira, Janeiro 12, 2004

Rita Cadilac




Pensam vocês, que bancário não é uma profissão glamurosa? Que um caixa de banco, além de cachorro como qualquer bancário (sim, isso mesmo, da espécie canina!), não tem direito a seu dia de glória? Que o stress do dia a dia, não pode ter um dia sequer de descanso? Sim meus queridos, os problemas masculinos dos caixas da antiga agência centro, há muito tempo atrás, teve seu dia de quinze minutos de "fora da rotina" e de fama também ...

Eis que senão quando, entra pela porta principal, ELA, sim senhores leitores (pois esse assunto certamente vai interessar sobretudo aos leitores do sexo "oposto", viu Netuno?) a espetaculosa e maravilhosa (arghhh) Rita Cadilac, não tão no auge de sua "carreira" (?), mas ainda provocando suores, arrepios e suspiros incontroláveis nos colegas do sexo forte.

Não presenciei a cena, mas quem o fez, disse que saiu homem de tudo que foi lado, naquela bateria de caixas. Foram chamados os da tesouraria, dos andares de cima, enfim, algo assim como cooperativismo ... Todo mundo querendo ver e ser visto, e todos querendo que os colegas vissem aquela, segundo eles, "deusa". Vá se entender ou tentar dormir com um barulho desses ... Como diz o outro: Gosto não se discute, só se lamenta ...


        

Postado por Jack, em 1/12/2004 06:22:14 AM

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Sexta-feira, Janeiro 09, 2004

Carranca




Carrancuda eu? Quem me conhece, talvez diga que não. Talvez ... Mas eu costumo ser muito séria sim, quando estou compenetrada ou trabalhando. Hoje, fazendo faxina na minha escrivaninha, achei um bilhetinho interessante, que recebi de uma pessoa que pagava seu IPTU atrasado (lógico!) no final do ano retrasado.

Fiquei feliz, pois me deu uma expectativa de um post, visto a crise de lembranças em que no momento me encontro ...
Dizia mais ou menos isso:
"Você não sorri, mas trabalha muito bem. Parabéns. Fulano de Tal."

Claro que tive que soltar um sorriso pro moço. E nesse dia, especificamente, estávamos com a agência abarrotada, clientes e usuários saindo literalmente pelo "ladrão" (credo em cruz, se um deles (ladrões) tivesse entrado naquele dia, talvez até seria bem vindo, visto o estado deplorável do saguão do nosso pequenino local de trabalho). Conhece? Sardinha em lata? Pois é ...

Engraçado como às vezes as pessoas acham que nos conhecem, simplesmente por nos terem observado algum tempo, ou as que realmente convivem conosco, não tem a menor noção de como a gente é ...


          

Postado por Jack, em 1/9/2004 06:35:46 AM

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Quarta-feira, Janeiro 07, 2004

Cheque avulso




Esse "causo" aconteceu com um colega nosso, na agência Cubatão.
Lá eles tinham um cliente caloteiro, extremamente. E como o talonário de cheques vivia bloqueado, pela má conduta do mesmo, este, sempre que precisava sacar, precisava vir com o talão de cheques na boca do caixa, como a gente dizia, pois naquela época nem cartão existia ...

O meliante não tinha outro jeito, precisava vir pessoalmente pra tirar um dinheirinho. Ia ao guichê, o caixa lhe dava o que a gente chamava de recibo avulso, ou entre nós, cheque avulso. Pelas intruções sobre segurança, esse tipo de recibo, deveria ficar guardado, a sete chaves, e somente preenchido na frente do funcionário. O qual dava conformidade à assinatura e pagava ao próprio cliente.

Nesse dia, se por inocência ou sabedoria, esse dito cujo, pediu ao caixa um "bloquinho" desses recibos. Lógico que ele não poderia fornecer, mas o caixa, distraído ou desavisado, forneceu um tanto deles. Qual não foi a surpresa geral da agência no dia seguinte, quando os cheques avulsos começaram a cair na compensação ... O cara foi pra rua e começou a passar esses recibos como se cheques fossem ... Quase foi aberto um processo administrativo. Chamaram o cliente, e o fizeram devolver os que ainda restavam em seu poder ...


         

Postado por Jack, em 1/7/2004 06:28:38 AM

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Segunda-feira, Janeiro 05, 2004

Hóspedes




Um dos principais motivos do meu stress pós "aposentadoritório", são esses três aí: filhote que não mora mais com a gente, é veterinário, trabalha em São Paulo, e suas "filhas" Tranqueira e Jade. Cada uma com sua estória, mas que, quando vêem pra cá, quase me dão um ataque de bichas...

Tranqueira foi deixada na porta da clínica onde Jackinho trabalha, com mais 3 irmãozinhos, numa caixa. Alguém não os quis, e os deixou lá. Três foram pegos pela vizinhança, ao final do expediente sobrou essa branquela aí, resultado: levou-a pra seu apê.

Um tempo depois, essa cachorrinha cookier, a Jade (que na verdade ele chama de Biscate, e o pior, ela atende...), foi levada pra clínica, pois o dono real tinha se mudado e a "esqueceu" na rua. Adivinhem? Isso mesmo, bobinha que era, foi brutalmente atropelada e um vizinho do desalmado a levou pra clínica. Lá ficou por um mês, quando a dona da clínica se "esquentou" e mandou ligar pra ele, pedindo que ou ele viesse buscá-la ou autorizasse fazer um raio X, pois ele teria que pagar, e ela não tinha o equipamento lá. Sabem o que ele fez? Disse que não podia gastar, então que sacrificasse, que ele pagaria a injeção letal.

Lógico que meu filho não deixou e a levou pra casa. Ele a levou pros colegas da USP (onde ele também estudou) radiografarem e examinarem seu problema, bastante sério na pata posterior direita. Ele ficou com medo de não poder custear o tratamento, eu fiquei com dó, mandei ele comprar os remédios e botei o dinheiro na conta dele. Morri de pena de ver como ela estava caminhando. Sou mole mesmo... E ele, agora eu sei, tem um coração maior que ele ... E olha que ele tem 1,93 m de altura !!!

Imaginem o quadro: cachorra e gata sob o mesmo teto, sala, quarto, cozinha e banheiro... Agora estão acostumando uma a outra. Quem ainda não se acostumou quando eles todos vêem pra cá, sou eu ... Quando a "tropa de choque" chega ... Ai, ai ... São duas alegrias: uma quando chegam e outra quando vão embora...


         

Postado por Jack, em 1/5/2004 06:37:28 AM

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Sexta-feira, Janeiro 02, 2004

Vida nova???




Pois é, ano novo, vida nova, acho que estou precisando mudar a "cara" desse blog. Primeiro, pensei em templates, mas agora também estou achando que o assunto a que me propus, acabou ... Como não tenho encontrado os colegas do banco, tenho a nítida sensação que os "causos" acabaram. Ainda não consegui resolver o que farei, só sei que desistir de blogar, agora não dá mais, o vício já se impregnou em mim. Voltar atrás, acho que não vou conseguir. Enterrar o JACK, jamais ... Depois de quatro maravilhosos meses com amigos virtuais ou reais tão maravilhosos e incentivadores como vocês ... nem pensar!

Nesses sete meses que estou aposentada, minha vida mudou muito, talvez ainda não tanto como eu queria ou imaginava. Ainda não viajei como gostaria, não saí pelo mundo como planejei, mas de uma certa forma, virei mesmo a Jack da casa ...

O que você está fazendo? Dá pra me buscar aqui? Dá pra me trazer algo que esqueci? Pega pra mim a calça que deixei na costureira pra arrumar? Me pega no serviço, tenho hora no médico? As coisas ficaram um pouquinho, digamos, tipo motorista, enfermeira, passadeira, acompanhante, mãe em tempo integral ... Afinal, a faz tudo que agora eles não dividem mais com o banco ... Abusam um pouco, às vezes, mas eu sei que eles também estão se adaptando ...


         

Postado por Jack, em 1/2/2004 06:45:45 AM

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