Segunda-feira, Dezembro 29, 2003
Essa era a surpresa que eu ia contar prá vocês ... Eu e minha filha estávamos "armando" uma festa surpresa pro maridão que estava completando 50 primaveras ... Teve até discoteca ... Parece que ele gostou ... Amamos tentar surpreendê-lo ...
Felicidades Jackão ...
Sexta-feira, Dezembro 26, 2003
Olá meus queridos amigos !!! Ando um pouco sumida, pois estou entretida e muito ocupada num projeto especial e único, que por enquanto é surpresa, mas depois eu conto tudinho pra vocês, quem sabe, inclusive, com fotos...
Nosso Natal aqui em casa foi ma-ra-vi-lho-so, espero que o de todos os meus amigos blogueiros também tenha sido. Quero aproveitar a oportunidade que esse blog me dá, para agradecer a todos vocês, que durante esse último trimestre de 2003 me deram carinho e atenção, e que tiveram a paciência de aturar essa velha amiga jurássica ... Aqui, aprendi muito, conquistei muitos amigos, e espero que 2004 nos aguarde com bastante paz de espírito e amor no coração. Se Deus assim o permitir, continuaremos a nos curtir por todo esse ano novo que se iniciará em breve. PAZ no coração do mundo ...
Sejam felizes !!!
Domingo, Dezembro 21, 2003
Feliz Natal !!!
Quero desejar a todos os meus queridos amigos blogueiros, sempre presentes, amigos virtuais, e nem por isso menos queridos, um Natal completo e feliz, repleto de luz, amor, compreensão e amizade. E ainda acima de tudo, com muita saúde e paz ...
Sejam felizes !!!
Sexta-feira, Dezembro 19, 2003
Luicelha *
Essa figura é colega do banco. Nossa convivência sempre foi meio tumultuada. Ele, bagunceiro de carteirinha, eu, com mania de ter as coisas em ordem. O choque era frontal de trem da Central contra FNM, aquele caminhão carga-pesada ...
Até que tudo mudou. Ele começou a me chamar de tchutchuca, imaginem!!! E eu ficava vermelha de vergonha... Começamos a descobrir um monte de coisa em comum, as implicâncias diminuíram, e a cooperação aumentou. Rock n' roll, loucura, insanidade, eram as coisas que mais "batiam" nas nossas personalidades ...
Uma época ele fazia desenhos pra mim, ele olhava a fila, achava uma "figura" e fazia um desenho e me mandava olhar pra achar o "WALLY". A gente ria muito, porque ele tem o dom de pegar as características mais marcantes da criatura. Ele sabe fazer uma caricatura, eu diria.
Quando descobri o Stratovarius então, nossas vidas mudaram, a gente só falava disso, se o chefe e os clientes deixassem. Foi com ele que fui ao ma-ra-vi-lho-so show dessa banda em agosto, ele, como tem idade de meu filho mais velho, pedi pra ele se eu tivesse um infarto, tomasse conta direitinho de mim.
Aposentei, a gente se vê raramente agora, mas sempre conversamos pelo ICQ, lógico sobre rock, sobre as garotas que ele "cata", "pega", essas coisas de quase adolescentes ... O engraçadinho sempre me manda um beijo melado na bochecha mais gostosa da cidade, ele é completamente insano ...
* LUIZ + SOBRANCELHA = Luicelha
olha o tamanho da taturana ...
Quarta-feira, Dezembro 17, 2003
Hoje tem post da Jurassic Jack lá no Playground dos Dinossauros. Faça uma velha blogueira feliz ... Vá até lá, leia e comente o texto ...Ou desça a tela mais um pouco e leia o texto abaixo ... caso você ainda não tenha lido.
Terça-feira, Dezembro 16, 2003
A biqueira
Sabem aquelas portas, claro que vocês sabem ... Aquelas portas detectoras de metal, que ninguém gosta? Eu, vocês e todo mundo, sabe? Pois é, a gente deve facilitar e não complicar, certo? Mas lógico que tem gente que não pensa assim, claro, pra que simplificar se podem fazer tudo mais difícil e atrapalhado?
Existe um pessoal, que usa botas com biqueira de metal. Aí o que acontece? Eles vão assim pros bancos, e querem que a bendita porta não acuse o montante de metal que eles tem não somente no resto do corpo, mas devidamente concentrado na ponta das botinas. Como já falei pra vocês aqui, pelo menos onde trabalhei, os seguranças não travam nada, simplesmente a porta tem um sistema que soma todo o metal que a pessoa que se habilita a entrar, tem consigo. Se der um certo X, a porta trava automaticamente, acreditem ou não. Aí cabe ao guarda pedir que a pessoa separe na caixinha o que possui de metal para nova verificação.
No caso das botinas, as pessoas que as usam, ficam bravas, mas não tem jeito, o sistema acusa e pronto. Já presenciamos pessoas tentando entrar na agência de meias, mas, se tivesse pensado um pouquinho, era só ir ao banco de chinelinho de dedo, aliás mais condizente com o clima aqui na praia...
          
Sábado, Dezembro 13, 2003
Laia ?!?!
Essas pessoas que tem o rabo preso com bancos, não são fáceis de lidar. Tínhamos um devedor, que não havia meio de honrar suas dívidas, mas se achava no direito de reclamar, de criar caso e de achar que era melhor que os outros.
Vocês devem imaginar que, a agência de um banco, seja ele qual for, gira, ou melhor, dança conforme a música do gerente. Se o gerente ainda for com a cara do meliante, sempre existe um "jeitinho" de ajudar.
Isso vocês devem de fato saber, mas esse senhor, aparentemente respeitável, se fazia de bonzinho com o gerente e fazia seus ataques a nós, reles mortais.
Nessa época, antes do banco ter máquinas específicas para envelopes no auto-atendimento, minha agência (até parece!) tinha um sistema que consistia em o cliente colocar seu envelope para processamento até um determinado horário, na verdade era um improviso pra ajudar o cliente que não podia ou não queria ficar na fila. Mas como a gente trabalha (no meu caso trabalhava ...), sempre em função de horários, o gerente estipulou um horário para a retirada desse bauzinho, mas que facilitava, e muito, a vida dos clientes.
Nessa época eu fazia esses envelopes, e, na hora determinada, eu retirava o dito cujo para processá-los, e nesse dia, esse senhor reclamou comigo. Eu simplesmente disse a ele que eu tinha horário, que tinha que cumpri-lo e que era ordem do meu gerente. Ele, muito fulo da vida, esbravejou: "Eu não sou da sua laia, não." E eu apenas querendo cumprir com minhas obrigações. Juro que a resposta ficou grudada na minha garganta... ("E nem eu da sua!!!")
Quinta-feira, Dezembro 11, 2003
Vavá
Acho que eu estava evitando contar esse "causo". Essa infeliz criatura devia ter um pequeno probleminha mental, mas sempre tive muita pena dele, mas ao mesmo tempo não tinha muita paciência. Paradoxo! Sim, eu sei ...
Ele fazia serviços em bancos para certos comerciantes estabelecidos ao redor da minha agência, mas quando ele entrava, todo mundo já sabia o que iria acontecer. Inclusive usuários e clientes ... Ele já entrava falando alto, na verdade parecia sempre que ele estava brigando ou discutindo com alguém. Sua voz era naturalmente muito alta, num local que se requer um mínimo de silêncio, pois o serviço requer um máximo de concentração.
Arrumava conversa fiada na fila, contava sempre as mesmas piadas ... Pobres de nós, já as sabíamos todas de cor ... Contava sempre da sua "pantera", uma prostituta da zona do baixo meretrício, que ele se dizia apaixonado... Ele mesmo lá morava, num quartinho no pior lugar onde uma pessoa pode morar, pois, dizia ele, ganhava salário mínimo, e pra pagar o cortiço onde dormia, não tinha dinheiro pra comer. Por isso fazia esses "bicos" pra almoçar um doce de padaria ou algo parecido.
Na verdade, ele vivia de caridade, parece que ganhava dois reais por cada banco que ele a fila enfrentava. Desconfiada de que teria acontecido algo com ele, eu estava já um pouco antes de me aposentar. Um dos clientes que o usavam pra ficar na fila veio nos contar que ele havia falecido. Com certeza devia estar reclamando da fila grande lá com São Pedro, e perguntando onde está sua PANTERA ...
Quarta-feira, Dezembro 10, 2003
Hoje posto no Playground dos Dinossauros. Faça a Jurassic Jack feliz ... Vá até lá, leia e comente o texto ...Beijokas a todos ...
Terça-feira, Dezembro 09, 2003
A malharia
Já foi ao dentista? Nervo exposto, raiz infeccionada, canal aberto, conhece?
Imagine o pior cliente pessoa jurídica do mundo, imaginou?
Imagine agora atendê-lo por telefone, conseguiu?
Aquele que fala todos os palavrões que lhe dá na veneta, sem medo de ferir ou magoar alguém, que fala com a telefonista ou com o gerente, da mesma forma, xingando e mandando todos praquele lugar, consegue visualizar o mal educado?
Pois é, não costumo exagerar, mas, quando seu Charles da Malharia ligava, sabe aquela situação, que todo mundo foge? A pobre telefonista, não tinha como passar a ligação, pois ninguém queria atender a figura ... A gente até pelo modo dela atender, logo percebia quando era "ELE". Indisfarçável o mal estar que o camarada causava. De desfazer uma rodinha, o cara entendia, pois quando ela queria passar uma ligação dele, todo mundo se escondia, estava em horário de almoço, passando mal, indo pro banheiro, enfim... Ninguém suportava ...As coisas mais banais ele reclamava, centavos de diferença, ele falava tudo que vinha na idéia. Vocês não podem imaginar as coisas que a gente ficava sabendo que ele arrotava ao telefone.
Perguntaram uma vez, se eu conhecia o empregado dele que fazia banco. O pobre era tão estressado quanto... Imaginem vocês a cobrança que Charles não fazia ao boy... Quando fui atender público, conheci sua esposa, disseram que ela era igualzinha, mas eu logo de cara dei uma "dura" nela, ela se comportou, pelo menos comigo, até o final dos meus dias...
Segunda-feira, Dezembro 08, 2003
Encontro blogueiro
Sábado tivemos um encontro de amigos virtuais, aqui na praia. Excelente conhecer os amigos, bater pagos reais, e rir, rir muito... Quem não pode vir, infelizmente perdeu... Foi ótimo!!!
Todos nós, devidamente identificados
Sexta-feira, Dezembro 05, 2003
Incidente doméstico
Aconteceu em casa, mas como tem tudo a ver com o trabalho, vou contar prá vocês...
Um certo dia, lá pelos idos da década de oitenta, meu filho, começando a falar. O telefone tocou e ele correu para atende-lo, lógico, como toda criança que está aprendendo a conversar...
_ Alô!!! ... você quer falar com o meu pai? 'pera' um pouquinho... PAIÊÊÊÊÊÊÊ... telefone......
_ Quem é?
_ Não sei paiêêêêê acho que é aquele seu amigo, o CESEC...
Na cabecinha dele, devia ser algum colegasan, nipônico, claro...
Não me lembro quem era, mas coitadinho, nós dois trabalhando na mesma empresa, CESEC era um SETOR no banco... ele sempre ouvia as nossas conversas, inevitáveis, e, achou certamente, que CESEC era uma pessoa!!!!!
   
Quarta-feira, Dezembro 03, 2003
Anuclésia
Gente, era uma mulher muito chata, mas muito, muito mesmo. Sabe aquelas assim tipo a hiena do desenho animado: Ó gente, ó céus, ó dia, ó mês, ó ano... e o mais engraçado ou triste, não sei, é que essas pessoas meio que "atraem" coisas ruins, "magnetizam" sempre o pior. Ela arrumava encrenca até com o gerente, olha que naquela época era difícil conseguir, pois o sujeito era boa praça e sempre deixava o cliente fazer o que queria...
Era meio que regra no banco, o cliente bonzinho e compreensivo, ia tudo azul, mas o pentelho, parece que tudo dava errado com ele.
Resumo da ópera: o companheiro ficou doente, doença gravíssima, ela casou com ele, Deus me perdoe, acho que só pra pegar um sobrenome bem importante aqui na cidade. Logo ele morreu, e a viúva sempre arrumando arenga.
Lembrei dela, pois duas semanas atrás estando eu, marido e filha fazendo uma compra, eis que entra dona Anuclésia, e meu marido, que agora trabalha na agência que trabalhei, disse: "Nossa! Essa aí arrumou uma confusão na agência outro dia ..." Quem o conhece, sabe que ele é incapaz de falar algo sobre alguém, que não tenha sido bastante marcante, inesquecível ... E pelo jeito ela o foi ...
Mais tarde perguntei pra ele o que tinha acontecido, pois conhecia aquela dona Anuclésia, armadora de confusões: "Ela foi sacar no Gonzaga, não sabemos o que houve, o dinheiro não saiu. Como a conta dela é aqui, veio que nem uma fera, mordida, dizendo que queria o dinheiro dela, que ia chamar o advogado, a polícia ..."
Vocês podem achar que é exagero, mas nesses casos, com normas inclusive fixadas pelo Banco Central, o banco tem até 48 horas pra ressarcir o cliente, pasmem, mas é verdade. O sistema de abastecimento de cédulas nas máquinas é terceirizado. Não daria simplesmente pra "acreditar" no cliente e sair pagando. Não sei se vocês me entendem, mas existe uma rotina de trabalho, e ela tem que ser seguida à risca. Inclusive por motivos de segurança.
Hoje posto também no Playground dos Dinossauros. Faça uma Jurassic Jack feliz ... conto com sua presença lá, lendo e comentando meu post ... Beijokas agradecidas ...
Segunda-feira, Dezembro 01, 2003
Pelas perucas ...
... do Ivon Curi
Conhecia já o cara há muito tempo, tinha sido atleta famoso na cidade. Jogou bola com meu marido e trabalhava no banco como nós. Só que foi fazer carreira lá na selva ... Quando estava pra voltar, ia ser nomeado gerente geral (GG) de uma importante agência aqui da cidade. Mas antes disso, veio visitar minha agência.
Naquele tempo, a gente ainda não tinha a internet pra pagar as contas, e estando eu de férias, fui à agência pra pagar meu IPTU. Entrei pelos bastidores, para uma colega quitar a parcela pra mim. E ele, na fila, de bonezinho, completamente ou quase totalmente careca por baixo daquela redinha que alguns bonés possuem. E estava colocado de trás pra frente. Muito vaidoso, tentava esconder, o que na realidade nunca fugiu aos meus olhos: um belo e vistoso aeroporto de mosquitos...
Fez a maior festa quando me viu, mas na verdade, às vezes falava com ele pelo telex, mas fazia muito tempo que ninguém aqui do pedaço o via. Meus olhos não conseguiam sair do boné, e chegando em casa, comentei com o marido: "Você nem imagina quem está completamente calvo, o GG... Tem somente uns fiozinhos pra contar história, mas está
muito careca..."
Como sempre ele ouviu, mas não comentou nada. Algum tempo depois, durante a posse dele, marido foi cumprimentá-lo pela nomeação e, chegando em casa, quase brigando comigo: "Tu (aqui em Santos temos muito esse costume ...) é faladeira pra cacete, né? Falou que o GG estava sem cabelo, coisa e tal, tal e coisa, que coisa maluca, o cara tá até com topete ... "
Lógico que caí numa obtusa gargalhada, homem não se liga muito nessas coisas, pelo menos esse aqui, que muito bem conheço... E ainda por cima, nem percebeu que era uma imensa e enorme peruca, como diziam as más línguas, parecia um gato angorá ou aquele chapéu do Daniel Boone ...
JACK